Terça, 14 Maio 2019 - 18:17

Integração entre forças de segurança do município melhora índices de combate à criminalidade

O aumento da produção policial com mais prisões e apreensões, sobretudo de drogas, foi destaque na reunião do Conselho Municipal de Segurança Pública (Comsep), na segunda-feira (13.05), na Casa dos Conselhos. A integração das forças de segurança é uma das estratégias para manter a cidade como o município mais seguro do estado do Rio, segundo o Ipea e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública – em cidades com mais de 100 mil habitantes. Uma ferramenta que vem sido usada em comum pelas polícias e Guarda Civil é o Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop), espaço compartilhado e referência no Estado do Rio.

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que a atividade das forças de segurança cresceu em índices como a apreensão de drogas e prisões em flagrante, enquanto houve redução em homicídios e tentativas de homicídio. No total, foram 878 registros de ocorrências nas duas delegacias da cidade em março deste ano, contra 861 no mesmo mês em 2018 (2% acima).  O número, no entanto, engloba a produção policial, assim, as apreensões e prisões da polícia militar estão incluídas nestes registros

“O aumento na apreensão de drogas é fundamental para que Petrópolis não tenha grupos criminosos tentando se estabelecer. Qualquer um que acompanha as notícias da Polícia Militar vê que acontecem apreensões uma atrás da outra. Um trabalho excelente”, afirmou o presidente do Conselho, Jeferson Calomeni.

Em março de 2019, foram 100 apreensões de drogas, 56,3% acima do registrado no mesmo mês do ano passado (64 ocorrências). No primeiro trimestre, foram 276, número 51,6% acima do mesmo período em 2018 (182).

A atuação nas ruas também se mostra ainda mais intensa. Foram feitas 103 prisões em flagrante (roubos, furtos e tráfico) no terceiro mês deste ano, contra 58 em março do ano passado (aumento de 77,6%). Nos três primeiros meses, houve 283 prisões nessa modalidade, contra 222 no último ano (diferença de 27,5%).

Na reunião do Comsep,Calomeni ressaltou que “nem por isso vamos relaxar nem vamos deixar de trabalhar” para manter os índices de ocorrências criminais baixos. Ele destacou que a maior parte dos agentes responsáveis por manter a tranquilidade da população tem um motivo a mais: todos cuidam da cidade onde moram.

“A gente mora numa cidade tranquila. O episódio na 13 de Maio é um caso isolado que, infelizmente, pode acontecer em qualquer lugar do mundo. Isso não quer dizer que a nossa cidade é mais violenta. Ninguém deve se apavorar. A cidade está sob controle, não sairá do controle das forças de segurança. A maioria dos policiais moram em Petrópolis, tem suas famílias aqui, seus filhos e netos, e continuam trabalhando intensamente pela segurança da cidade”, disse.

O Ciop tem papel fundamental para isso. A central de monitoramento da cidade conta com 56 câmeras em 46 locais da cidade, que estão à disposição de Guarda, Polícia Militar e delegacias. Desde maio do ano, foram registradas 222 cenas de crimes ou suspeitas. As imagens ainda contribuem para o trabalho de outros órgãos como CPTrans, Defesa Civil e Bombeiros.

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