O aumento da produção policial com mais prisões e apreensões, sobretudo de drogas, foi destaque na reunião do Conselho Municipal de Segurança Pública (Comsep), na segunda-feira (13.05), na Casa dos Conselhos. A integração das forças de segurança é uma das estratégias para manter a cidade como o município mais seguro do estado do Rio, segundo o Ipea e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública – em cidades com mais de 100 mil habitantes. Uma ferramenta que vem sido usada em comum pelas polícias e Guarda Civil é o Centro Integrado de Operações de Petrópolis (Ciop), espaço compartilhado e referência no Estado do Rio.

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que a atividade das forças de segurança cresceu em índices como a apreensão de drogas e prisões em flagrante, enquanto houve redução em homicídios e tentativas de homicídio. No total, foram 878 registros de ocorrências nas duas delegacias da cidade em março deste ano, contra 861 no mesmo mês em 2018 (2% acima).  O número, no entanto, engloba a produção policial, assim, as apreensões e prisões da polícia militar estão incluídas nestes registros

“O aumento na apreensão de drogas é fundamental para que Petrópolis não tenha grupos criminosos tentando se estabelecer. Qualquer um que acompanha as notícias da Polícia Militar vê que acontecem apreensões uma atrás da outra. Um trabalho excelente”, afirmou o presidente do Conselho, Jeferson Calomeni.

Em março de 2019, foram 100 apreensões de drogas, 56,3% acima do registrado no mesmo mês do ano passado (64 ocorrências). No primeiro trimestre, foram 276, número 51,6% acima do mesmo período em 2018 (182).

A atuação nas ruas também se mostra ainda mais intensa. Foram feitas 103 prisões em flagrante (roubos, furtos e tráfico) no terceiro mês deste ano, contra 58 em março do ano passado (aumento de 77,6%). Nos três primeiros meses, houve 283 prisões nessa modalidade, contra 222 no último ano (diferença de 27,5%).

Na reunião do Comsep,Calomeni ressaltou que “nem por isso vamos relaxar nem vamos deixar de trabalhar” para manter os índices de ocorrências criminais baixos. Ele destacou que a maior parte dos agentes responsáveis por manter a tranquilidade da população tem um motivo a mais: todos cuidam da cidade onde moram.

“A gente mora numa cidade tranquila. O episódio na 13 de Maio é um caso isolado que, infelizmente, pode acontecer em qualquer lugar do mundo. Isso não quer dizer que a nossa cidade é mais violenta. Ninguém deve se apavorar. A cidade está sob controle, não sairá do controle das forças de segurança. A maioria dos policiais moram em Petrópolis, tem suas famílias aqui, seus filhos e netos, e continuam trabalhando intensamente pela segurança da cidade”, disse.

O Ciop tem papel fundamental para isso. A central de monitoramento da cidade conta com 56 câmeras em 46 locais da cidade, que estão à disposição de Guarda, Polícia Militar e delegacias. Desde maio do ano, foram registradas 222 cenas de crimes ou suspeitas. As imagens ainda contribuem para o trabalho de outros órgãos como CPTrans, Defesa Civil e Bombeiros.

A escola participante dos Jogos Estudantis Unificados de Petrópolis (Jeups) que levar a maior quantidade de pessoas para doar sangue ganha pontuação equivalente a uma modalidade esportiva. A campanha já começou e segue até o dia 30 de setembro no Banco de Sangue Santa Teresa, no Bingen. O objetivo é abastecer os estoques do banco, que estão abaixo da média esperada. A reserva do sangue O+, que pode ser utilizado por pessoas com sangue A+, B+, AB+ e o próprio O+, está em nível crítico.

O Banco de Sangue atende as duas UPAs da cidade, o CTO, o Hospital Unimed e o próprio Hospital Santa Teresa, que é referência em atendimento de feridos de acidentes de trânsito. Segundo Vinicius Paulo Neves Pereira, captador de doações, o banco recebe em média 50 doadores por dia e o ideal seriam 70 pessoas voluntárias.

“Como as escolas podem conseguir pontos com a doação, a gente acredita que a campanha vai aumentar o número de doações diárias. Neste período, por conta das gripes e resfriados, o número de doações são menores. A parceria pode contribuir bastante neste sentido”, disse Vinícius, garantindo que expectativa é de que a meta de doadores seja atingida com a ajuda das escolas.

O Jeups neste ano bateu o recorde de escolas inscritas: 50. O maior número era de 2002 e de 2018, quando participaram 44 instituições. O regulamento deste ano permite que as escolas podem inscrever um mesmo atleta para três esportes em equipe nas categorias sub-15 e 18. A mudança atende a um pedido dos colégios menores, que contam com menos alunos. Outra novidade é a criação do projeto Selecionados Jeups.

Um único doador pode ajudar até quatro pessoas com a bolsa de sangue. Isso porque o material colhido é separado e podem ser usadas plaquetas, hemácias, plasma e criopreciptado – cada um com uma função diferente. Como o tempo de armazenagem também varia (por exemplo, as plaquetas, usadas para coagulação, podem ser armazenadas por apenas cinco dias), é necessário que as doações sejam frequentes para atender toda a demanda.

Podem doar todas as pessoas entre 18 e 60 anos, em bom estado de saúde e que pesem mais de 50 quilos. Jovens de 16 a 17 anos também podem doar acompanhados dos responsáveis. Não é necessário fazer jejum, mas é importante não ingerir alimentos gordurosos três horas antes da doação. Também não se deve consumir bebidas alcoólicas 12 horas antes.

As únicas restrições são a diabéticos e pessoas que fizeram tatuagem ou colocaram piercing há menos de um ano. Pessoas que fizeram algum procedimento, como endoscopia, só podem doar após seis meses da realização da intervenção. O banco de sangue funciona todos os dias, de 7h às 18h, na Rua Paulino Afonso, 477 – Bingen – Ao lado do HST.

Doze salas de aula, acessibilidade nos três andares e quadra poliesportiva. Esses são alguns dos destaques da obra no prédio da EM Jandira Bordignon, no Quitandinha. A obra, que foi paralisada em 2016, ainda na gestão passada e que foi retomada em março de 2018, está na fase de embolso da parte externa e finalização da rampa de acessibilidade. A expectativa é de que o novo prédio fique pronto no segundo semestre.

Vale lembrar que a precariedade do prédio ocasionou, em 2015, a transferência de todos os alunos para duas casas alugadas nas redondezas.  A unidade, com infiltrações, goteiras, mofo e vazamentos, passou anos sem manutenção até que teve o prédio desativado.

No novo prédio, poderão ser atendidos até 700 alunos – matriculados desde a educação infantil até o 9º ano do ensino fundamental. A reforma compreende doze salas de aula, biblioteca e quadra poliesportiva. O projeto de revitalização prevê rampa de acessibilidade nos três andares do prédio, banheiros também acessíveis, doze salas de aula, biblioteca, refeitório, sala multiuso, biblioteca e quadra poliesportiva.

A Jandira Bordignon atende cerca de 400 alunos, matriculados desde o 5º período da educação infantil até o 9º ano do ensino fundamental. Desde 2015, os alunos estão sendo atendidos em duas casas alugadas nas proximidades da obra. Em uma das casas, na Rua Getúlio Vargas são atendidos os alunos da educação infantil e ensino fundamental I e na outra, na Rua São Paulo, os alunos do ensino fundamental II.

A diretora da escola, Érica Lima Xavier, ficou feliz em acompanhar o andamento da obra. “A equipe está animada com a possibilidade de reunir todos os alunos no mesmo espaço. Tenho certeza que os alunos também gostarão”.

Campanha de agasalho e cobertores, a doação de sangue dos agentes, ação no Dia dos Pais, além da III Festa Julina Solidária. A Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias apresenta na próxima quarta-feira (15.05) um calendário de atividades previstas no Plano Inverno deste ano, com a ampliação do trabalho realizado no eixo humanitário. Além disso, também serão divulgadas as ações educativas e de repressão que em parceria com diversos órgãos tem o objetivo de reduzir os incêndios florestais no período de estiagem. Metodologia pioneira no país com relação as ameaças de inverno, o plano ajudou na redução da quantidade das queimadas: em 2017 foram 302 e ano passado 174.

A primeira ação realizada será a campanha do agasalho, que acontece entre os dias 4 de junho e 4 de julho. Uma barraca permanecerá montada na Praça Dom Pedro para receber o material, além da sede da Defesa Civil, na Rua Buarque de Macedo, 128, no Centro, ser ponto de recolhimento. O objetivo é igualar a quantidade do ano passado, quando a pasta entregou mais de duas mil peças.

Além do trabalho operacional, o Plano Inverno municipal conta com o eixo humanitário que tem o objetivo de contribuir para o bem-estar e saúde das pessoas.

No dia 5 de julho acontece a Festa Julina Solidária, com barracas de salsichão, canjica, pipoca doce e salgada, paçoca e doces de amendoim, maçã do amor, caldos de ervilha e de aipim, além música ao vivo. Também estão previstas a doação de sangue dos agentes no Dia Mundial do Doador e uma ação inédita no Dia dos Pais, que ainda será definida pela pasta.

Dentro das ações operacionais, estão previstos o sobrevoo de um drone nas áreas propensas às queimadas em apoio aos órgãos ambientais; o Defesa Civil nas Escolas, reforçando as orientações sobre prevenção no ambiente escolar; e as operações de caráter educativo, com a entrega de panfletos nas comunidades.

O resultado das ações é bastante positivo: o 15° Grupamento de Bombeiro Militar (GBM) de Petrópolis registrou 302 queimadas em 2017, sendo 174 atendidas pelo Destacamento de Itaipava. No ano passado, foram 174 casos ao todo, com 78 desses acontecendo na região do terceiro distrito. O fogo prejudica o solo, visto que elimina nutrientes fundamentais a qualquer cultura vegetativa, como o potássio e fósforo.

Para denunciar os casos para a Secretaria de Meio Ambiente no telefone (24) 2233.8180. Ou ainda ligar para o Lina Verde, programa do Disque Denúncia do Rio de Janeiro exclusivo para recebimento de informações sobre crimes ambientais, através dos telefones 0300 253 1177 e (21) 2253-1177.

Palestras, reflexões, debates, artesanato e muita música afro foram alguns dos destaques do evento “131 anos de Abolição Inacabada”, que aconteceu durante três dias no Palácio de Cristal. O encerramento foi nesta segunda-feira (13.05), data em que marca a Abolição da Escravatura no Brasil. O evento, que recebeu mais de mil pessoas, é uma realização da Prefeitura de Petrópolis, através da Coordenadoria da Promoção da Igualdade Racial (Copir).

A programação foi aberta com a apresentação do hino da África do Sul, interpretado por uma estudante angolana, que está fazendo um intercâmbio na cidade. Em seguida o público contou com a palestra da psicóloga e coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial em Álcool e Drogas (CAPS AD III), Leandra Iglesias, sobre prevenção, consequência e estatísticas sobre o uso de drogas e entorpecentes.

“A população negra continua na base da pirâmide social, ainda marginalizada nas ruas. As pessoas são estigmatizadoras, rotulam principalmente a população negra e usuários de álcool e drogas. O negro é sempre visto como traficante e o branco como usuário, e aí eu pergunto: Aonde está seu preconceito?, precisamos refletir”, frisou a psicóloga, que terminou sua palestra com a frase “A vida Negra importa”.

“Nosso evento foi um sucesso! Conseguimos alcançar o público jovem e lotamos o Palácio de Cristal nos três dias de programação. A celebração foi rica em reflexões, debatemos muito sobre a real abolição e como isso ainda se dá nos dias de hoje. Acredito que todos gostaram e saíram daqui com um pouco mais de conhecimento sobre a história e cultura do negro”, destacou coordenador do Copir, Marco Antônio Cezar.

“Eventos como este são muito importantes para conscientizar a população da história real da abolição. É o tipo de evento que precisa atingir os jovens, precisamos falar sobre os negros nas escolas”, contou Fabiana Torquato, que estava acompanhada da filha de 16 anos, que fez uma apresentação de dança afro dance.

O último dia de celebração também foi marcado com apresentações de dança afro e capoeira, além da presença do Movimento Negro Unificado, que debateu sobre “Os negros na política”;  e de mestres de capoeira da cidade do Rio de Janeiro.

Para apresentar os sinais básicos da Língua Brasileira de Sinais aos professores da rede municipal de Educação, o Departamento de Educação Especial vem realizando encontros nas escolas localizadas nos distritos. Nesta quarta-feira (15.05) duas oficinas serão realizadas em Pedro do Rio, na EM Monsenhor João de Deus Rodrigues.

As oficinas fazem parte do processo de formação dos profissionais da própria unidade escolar e outras do entorno.

Nos encontros são evidenciados os sinais básicos. “A ideia é a de promover a difusão da língua de sinais, conforme prevê o Plano Municipal de Educação. Nas oficinas são apresentados os sinais básicos do cotidiano a fim de melhorar e diminuir as barreiras da comunicação entre o ouvinte e a pessoa surda”, explica Bianca Caetano de Paiva, chefe do departamento de Educação Especial.

No último mês outras duas oficinas foram realizadas pelo Departamento de Educação Especial para professores que atuam na Posse. Os encontros ocorreram na Escola Municipalizada Moysés Furtado Bravo, com a participação de 43 profissionais de três escolas da região: Escola Municipal Carlos Canedo, Escola Municipalizada Moyses Furtado Bravo e Escola Municipalizada Avelino de Carvalho.

Na ocasião, Marta Morelli, diretora da Escola Municipalizada Moyses Furtado Bravo, relatou que as oficinas apuraram seu olhar para a inclusão de alunos surdos. “As oficinas despertaram em nós o interesse por buscar mais informações sobre o trabalho com este público. Estes momentos nos sensibilizaram para entender a importância de um novo olhar para essas pessoas e famílias”, disse.

Flávia Mendes, orientadora escolar da Escola Municipalizada Moysés Furtado Bravo, disse que a escola já está começando a ser pensada como um espaço bilíngue. “Um passo de cada vez, mas precisa ser dado!”.

A professora Roberta Neves de Mello destacou a importância de ter uma formação bilíngue para atender alunos e famílias, de forma clara e eficaz. “Gostaria de participar de mais formações como esta, pois foi por meio dela que a necessidade do crescimento da língua de sinais foi despertada em mim”. “As oficinas são momentos singularesem que as reflexões sobre a língua de sinais podem oportunizar novos olhares para o aluno surdo, sensibilizando para as especificidades deste trabalho”, ressalta Ester Dionysio, Instrutora de Libras.

Mais informações sobre os encontros podem ser obtidas no Departamento de Educação Especial – 2246-8656.

A Av. Piabanha está recebendo o reparo de calçamento, uma das etapas de conclusão da obra de recuperação do trecho. Seis homens trabalham no local. O serviço é executado ao mesmo tempo que está sendo finalizado o aterro. Na semana passada, a empresa responsável pelo serviço, a Barra Nova Engenharia, já havia terminado a construção do muro de gabião com 27 metros de extensão e 3,5 metros de altura. Também foi feita retirada da raiz e resto de tocos da árvore que caiu no local em janeiro. A recuperação do trecho danificado teve início em meados de abril e a previsão é de que seja entregue até sexta-feira (17.05), com a recomposição de meio-fio.

Atividades diferenciadas sobre direito do consumidor e a importância da educação financeira são destaques do Procon Educa, projeto de lei criado pelo Procon Petrópolis que será colocado em pratica nas unidades educacionais da rede municipal. O projeto foi apresentado nesta terça-feira (14.05) para os integrantes do Conselho Municipal de Educação, durante a reunião ordinária de maio.

O projeto é mais uma forma de inserir o conhecimento sobre os direitos do consumidor, consumo eficiente e educação financeira são responsáveis por muitos problemas na relação entre os consumidores e as empresas e é por isso que esses temas devem ser trabalhados já na idade escolar com as crianças e jovens. O órgão já esteve em algumas escolas realizando ações de conscientização e a expectativa é que seja permanente.

O Procon Educa prevê a criação de vídeo aulas sobre direito do consumidor, o papel do Procon, a importância da fiscalização e como controlar os gastos. A ideia é abordar esses e outros temas importantes de forma lúdica, através de jogos, palestras, gincanas e debates.

Ainda segundo o projeto, as atividades entrarão no calendário das unidades educacionais pelo menos uma vez por ano. No final de cada ano letivo as escolas receberão certificado de certificação.

O projeto será encaminhado para os conselheiros. “A ideia é interessante e os conselheiros poderão analisar e apresentar sugestões para fortalecer o projeto”, comentou o presidente do Comed, Jelcy Corrêa.

O traço rápido e espontâneo que envolve o grafite pode ser conferido com a exposição “Made in Santa”, em cartaz este mês na Galeria Van Dijk, no Centro de Cultura Raul de Leoni. Do artista Téo Senna, com curadoria de Tito Senna, a mostra apresenta quatro grandes telas pintadas com tinta spray em um suporte de alumínio. Segundo o artista, seu trabalho mostra “uma compreensão aguda, crítica e também irônica do contexto contemporâneo do qual faz parte o grafite”. A entrada é gratuita e a exposição fica até o dia 1º de junho.

Após a realização de Edital de Ocupação de Galeriasdo Centro de Cultura Raul de Leoni, visando ao processo de seleção à ocupação dos espaços destinados às Artes Visuais, no período de 05 de abril a 27 de julho de 2019, foram selecionadas três propostas de exposição para a Galeria Van Dijk. Além da “Made in Santa”, também estarão em cartaz “Patinando pela história”, em junho, e “O que vem na cabeça quando penso em Petrópolis”, em julho.

Já em junho, a galeria é ocupada por “Patinando pela história”, de Antônio Caetano, que traz de volta o encanto dos brinquedos feitos artesanalmente que faziam a cabeça das crianças nas décadas de 1940, 1950 e 1960. A mostra apresentará cerca de trinta brinquedos feitos dos mais variados materiais: madeira, latas, cordas e caixas diversas.

No mês seguinte, julho, “O que vem na cabeça quando penso em Petrópolis” é uma coletiva proveniente de uma seleção criteriosa do curso de pintura Processos Criativos no SESC Quitandinha no qual a execução dos painéis foi sugerida a idéia-motivo Petrópolis, na sua forma mais abrangente possível. Participam da mostras os artistas Ana Luiza Schmitt, Bia Penna, Cal Guimarães, Célio Vieira, Cristina Lima, Débora Castilho, Lu Santana, Regina Kronemberger, Rose Lima, Shirley Kling e Vera Matheus.

A entrada é franca e a Galeria Van Dijk fica aberta de segunda a sexta-feira, de 10h as 17h, e sábado de 13h as 17h. Censura Livre. O Centro de Cultura Raul de Leoni fica na Praça Visconde de Mauá no. 305 – Centro.

Entre os setores que recebem intervenções para ampliação e melhorias no Hospital Alcides Carneiro está a Capela Nossa Senhora Aparecida. O santuário foi fechado há um ano e passa por ajustes finais para voltar a ser aberto ao público. A estrutura, que começou a ser revitalizada em setembro de 2018, já teve a parte externa e interna concluídas e agora recebe pequenos retoques para que seja reinaugurada até o fim deste mês. Entre as melhorias está a instalação de rampas de acesso para pessoas com dificuldade motora.

Além de voltar a estar aberta ao público, a estimativa é de que as cerimônias religiosas voltem a ser realizadas no local.

O monsenhor Geraldo Policarpo, pároco de Corrêas já planeja a retomada das cerimônias no local. A ideia inicial é de que sejam realizas celebrações semanais, todas as quintas-feiras. “É muito importante a presença da igreja aqui no hospital”, destaca o pároco que, levando em consideração o grande número de partos realizados mensalmente no hospital, tem a expectativa de realizar batizados na capela. Em média, cerca de 300 crianças nascem na maternidade do Alcides Carneiro.

A dona de casa Lira Geraldo da Conceição, 72 anos, mora na Mosela e ainda não conhecia a Capela, mas seria uma frequentadora tendo em vista a função do santuário no hospital. “Essa capela é muito importante para os familiares dos pacientes. É um lugar onde as pessoas encontram conforto”, destaca a Lira que acompanhava o marido, que foi recentemente submetido a uma cirurgia.

O técnico de enfermagem, André Lorang há três anos trabalha no hospital e destaca a necessidade da Capela para o hospital. “A Capela representa a união da fé com a busca da cura. A reabertura é muito importante”, destaca André, que assim como o supervisor de infraestrutura do HAC, Alicio Resende, voltará a ser um dos frequentadores da  capela. “Esse local é um conforto para os familiares e amigos de parentes, que encontram na capela um local de tranquilidade”, conta Alício.

Dando continuidade às ações de fiscalização do Procon Petrópolis, uma agência no Bingen foi autuada por deixar o cliente esperando por 28 minutos por atendimento, descumprindo o que prevê a Lei 5.763/2001, que determina que as agências bancárias disponibilizem pessoal suficiente para atender os clientes em até 15 minutos em dias normais e em até 30 minutos em dias anteriores e posteriores a feriados. Ao todo foram 13 agências vistoriadas nos distritos, Bingen e Alto da Serra. Se a fiscalização flagrar a irregularidade por mais de cinco vezes, a instituição financeira pode ter seu alvará de funcionamento suspenso até que comprove ter capacidade de atender o que preconiza a legislação.

No ranking de reclamações do Procon no quadrimestre deste ano, os bancos estão entre os cinco primeiros segmentos que apresentam algum tipo insatisfação do consumidor. No ano passado, o Procon fiscalizou as agências mais de 350 vezes. Entre os motivos estão o tempo de espera em filas e falta de vigilantes, ou até problemas de acessibilidade e falta de guarda-volumes – sendo os dois últimos resolvidos após as notificações do órgão.

Casos de irregularidades podem ser denunciados no Procon, que fica na Rua Dr. Moreira da Fonseca, 33, ao lado da Câmara dos Vereadores, e a unidade de Itaipava funciona no Centro de Cidadania, na Estrada União e Indústria, 11.860. Para realizar os atendimentos os usuários podem utilizar, ainda, o serviço de mensagem da página do Facebook do Procon Petrópolis, os telefones 2246-8469 / 8470 / 8471 / 8472 / 8473 / 8474 / 8475 / 8476 e 8477. Os telefones da unidade em Itaipava: 2222-1418 / 7448 e 7337, ou WhatsApp Denúncia no número 98857-5837. O atendimento pelo site pode ser acessado pelo link http://www.petropolis.rj.gov.br/procon/index.php/fale-conosco.

A primeira turma do curso de desenho e pintura que será oferecido no Centro de Cultura Raul de Leoni, pelo Instituto Municipal de Cultura e Esportes (IMCE), promete ser um sucesso. As vagas foram preenchidas logo no primeiro dia de inscrições, nesta segunda-feira (13.05), e foram encerradas. As aulas serão ministradas pelo animador cultural do instituto, e artista plástico Paulo Campinho e acontecerão sempre às terças-feiras, das 14h às 18h, na Sala EtiènneDemont, com previsão de início no mês que vem.

Será formada uma turma a cada semestre.Neste, as aulas acontecem até o dia 26 de novembro. Outro projeto que deverá agradar os amantes das artes da cidade é o “Atelier Aberto”, no qual artistas plásticos de todas as tendências estéticas e formações poderão usar a Sala EtiènneDemonte para a criação de suas obras. Neste, ainda há vagas. Interessados podem se inscrever até o dia 31 de maio, de 9h às 18h, pelo telefone (24) 22331202. As vagas estão sendo ocupadas por ordem de inscrição.

As experiências, ações e desafios da inclusão de alunos diagnosticados com autismo foram assuntos abordados durante o primeiro encontro da formação "O autista e a inclusão: conversação e docência", iniciativa da Secretaria de Educação em parceria com a Universidade Federal Fluminense, UFF, através da psicóloga, professora e doutora Maria Angélica de Mello Pisetta. A formação ocorreu na última segunda-feira (13.05) no Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio e contou com a participação de mais de 70 profissionais.

Segundo Maria Angélica, que já atuou na rede municipal de Educação, a troca de informações sobre o tema é muito importante, já que hoje é possível identificar os traços do autismo nos primeiros anos de escolaridade. A profissional está à frente do projeto de extensão e pesquisa “Autismo e escola: escuta psicanalítica aplicada a grupos de professores e educadores de autistas na educação infantil”.

“Um dos objetivos da pesquisa que está sendo realizada é o de documentar o que está sendo feito na educação brasileira como intervenção pedagógica com os alunos que têm esse diagnóstico. Através dessa troca podemos identificar ações específicas, impasses e soluções”, disse Maria Angélica, que é professora adjunta da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-educação da UFF, psicanalista, pós doutoranda em educação pela USP, pesquisadora do Observatório Internacional de Inclusão, Interculturalidade e Inovação Pedagógica e doutoranda em psicologia.

“Os autistas vivem uma realidade que nós só conhecemos de fora, mas, eles estão conseguindo narrar as suas experiências, histórias e dificuldades. Temos que estar atentos”, comentou Maria Angélica.

Os próximos encontros da formação ocorrerão nos dias 20 de agosto e 5 de novembro. Informações adicionais podem ser adquiridas através do email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

O autismo, ou Transtorno do Espectro do Autismo (como foi tecnicamente denominado pelo DMS-5, o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais) é um transtorno neurológico caracterizado por comprometimento da interação social, comunicação verbal e não-verbal e comportamento restrito e repetitivo. A rede municipal de Educação atende 212 alunos diagnosticados com autismo. Os estudantes são acompanhados pelo Departamento de Educação Especial da Secretaria de Educação. Oficinas extracurriculares também são oferecidas aos alunos no Centro de Referência em Educação Inclusiva João Pedro de Souza Rosa.

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