Obra inclui troca de telhas, melhoria de piso, paredes e teto, pintura, revisão de instalações elétricas, soluções de acessibilidade e manutenção da pavimentação

Edital de licitação será publicado pelo município nesta segunda-feira (19.08) com as especificações técnicas e valor máximo de R$ 1 milhão

Troca de 100% das telhas, impermeabilização da cobertura, recuperação do piso em granitina, revestimento de paredes e teto, revisão das instalações elétricas, soluções de acessibilidade e manutenção de pavimentação. A prefeitura vai promover todos esses serviços para revitalização completa da Estação Rodoviária Imperatriz Leopoldina, o Terminal do Centro, com um investimento de R$ 1.060 milhão. O município vai publicar nesta segunda-feira (19.08) o edital de licitação com as especificações técnicas – a concorrência está marcada para 05 de setembro.

O Terminal do Centro é o maior da cidade, com movimento de cerca de 40 mil pessoas diariamente. São 1.640 viagens de 80 linhas de ônibus trazendo petropolitanos para trabalho e escola e depois no retorno deles para diversas localidades de bairros como Alto da Serra, Quitandinha, Bingen e Retiro.

O local vem recebendo melhorias ao longo deste ano, como serviços de limpeza feitos pela Comdep e obras no telhado para construção de uma nova descida de águas pluviais providenciada pela CPTrans para evitar o acúmulo de água de chuva e os problemas de infiltrações. No ano passado, os banheiros, tanto masculino quanto feminino, também foram totalmente reformados, desde a parte hidráulica, troca de louças, melhoria na ventilação, iluminação, pisos e acessibilidade.

Detalhes do projeto de revitalização do Terminal do Centro

No projeto de revitalização completa, o Terminal do Centro terá novas intervenções no telhado, com a instalação de telhas de aço novas, cumeeiras e rufos, com impermeabilização de calhas, tanto na área coberta quanto junto às baias de ônibus. O piso será totalmente substituído e polido e ganhará ainda o sistema de orientação para pessoas com deficiência visual, que são os azulejos podotáteis. As paredes e o teto terão o revestimento refeitos. Haverá pintura em toda a estrutura, portas de madeira, portões, guarda-corpo.

A área de circulação de passageiros na Rua Dr. Porciúncula terá o piso em pedra portuguesa recomposto. Já na área de embarque/desembarque que é vizinha ao rio, o revestimento do teto e da mureta de proteção será refeito, será instalado forro em PVC, o piso será refeito (inclusive da ponte que liga à Rua Caldas Viana), pilares, marquise guarda-corpo e mureta terão nova pintura, além de revisão da parte elétrica.

Já na área de circulação dos ônibus, será aplicada uma nova camada de pavimentação, nivelamento de caixas de ralo e também dos “almofadões” na entrada e saída do terminal. Ainda serão feitos meio-fio junto às baias e colocação de balizadores.

Outro ponto da obra será a instalação de gradeamento para fechamento noturno do Terminal. O fechamento, que acontecerá após a saída do último ônibus do dia, permitirá melhorar a limpeza diária, já que o serviço será feito com o local fechado, e impedirá atos de vandalismo.

A licitação está marcada para o dia 05 de setembro, quando as propostas serão recebidas no Centro Administrativo da prefeitura, na Av. Barão do Rio Branco, 2.846 – Centro. A ampla concorrência poderá fazer o valor máximo ser reduzido.

Uma turma da 5ª fase da EJA – Educação de Jovens e Adultos – foi aberta na Casa da Educação Visconde de Mauá nesse segundo semestre. As aulas, que começaram nessa semana, são direcionadas para jovens a partir dos 15 anos. Além da grade curricular da EJA, os alunos têm a oportunidade de participar de oficinas oferecidas na Casa da Educação Visconde de Mauá. A boa notícia é que ainda há vagas para essa turma e os pais e responsáveis interessados, devem fazer a inscrição no Departamento de Matrículas da Secretaria de Educação.

Segundo o planejamento organizado na Casa, os alunos entram as 11h30, almoçam, seguem para uma das atividades ofertadas no local: música, informática, desenho, acesso a Sala de Leitura Mauá e educação patrimonial. Depois, os estudantes seguem para as aulas da grade curricular da EJA e o término do turno é a às 17h.

Os primeiros encontros dos alunos da EJA na Casa começaram nessa semana. “Conversamos com os pais, explicamos nosso planejamento e estamos animados com essa novidade na Casa”, afirma a diretora da Casa da Educação, Maria Fernanda Secco.

Os pais ou responsáveis interessados em matricular os filhos na turma da EJA na Casa da Educação devem procurar o Departamento de Matrículas da Secretaria de Educação. É necessário apresentar, além do documento dos responsáveis e dos jovens, a declaração de transferência – caso o aluno esteja matriculado em outra escola. Vale salientar que a turma da Casa da Educação receberá alunos a partir dos 15 anos.

O Departamento de Matriculas da Secretaria de Educação funciona no prédio Frei Memória – Avenida da Imperatriz, nº 193, Centro – de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30. Informações adicionais também podem ser adquiridas através dos telefones 2246-8683 / 8685. Dúvidas sobre horário e grade curricular podem ser esclarecidas no Departamento de Inspeção Escolar que também funciona no prédio Frei Memória – 2246-8675.

Objetos ajudam a mostrar a forma como viviam as famílias dos colonos que trabalharam na construção da cidade

Aos 74 anos, o aposentado Hilário Plum, descendente de colono alemão, lembra com carinho dos deliciosos pratos feitos pela avó quando criança. O pastel era um deles, que a dona de casa preparava de forma caseira e abria a massa com a ajuda de um pesado rolo feito de madeira. Ou então o toucinho, que ela usava uma espécie de duas tábuas juntas para espremer e tirar a banha. Simples objetos como os manuseados por ela, utensílios domésticos, guardados até hoje por tantas famílias petropolitanas, são verdadeiros tesouros que nos ajudam a entender melhor a história, a cultura e a forma como viviam nossos antepassados. Cidade de descendentes de colonos, utensílios domésticos e de trabalho ou mesmo documentos e fotografias contam não só a história de uma família, como a história do próprio município.

E depois de atravessar gerações, o neto da dona Elisa Coreem Shmidth e filho da tecelã Catharina Carolina Plum, resolveu dar outro destino para os utensílios de sua avó e de sua mãe. Esses e outros objetos, que somam 33 peças no total, foram doados ao Museu Casa do Colono e vão ajudar a perpetuar os costumes de outras épocas. Entre os objetos estão não só as relíquias de sua família como outros que ele foi adquirindo ao longo da vida, através de brechós, antiquários, doação de amigos ou até encontrados no lixo.

“Só eu na minha família que me interesso por esses objetos, então se depois eles forem pro lixo a história acaba. E no museu os objetos vão perpetuar a história. Meu nome vai estar lá”, explica Hilário, que ainda lembra, através dos objetivos, da vida simples levada pela família. “A gente morava em uma casa de pau a pique, minha mãe até gostava mais dela do que a que meu pai construiu, de concreto. Lembro da minha avó fazendo pastel e várias receitas alemãs, como a cuca, o pão, o assado no forno. Era uma vida difícil, mas boa”, completa.

Entre os objetos que agora fazem parte do acervo do museu, além do rolo de massa e do espremedor de toucinho, estão panelas de ferro, travessas, maquinas de moer carne e grãos, tábua de lavar roupa – que as mulheres usavam na beira dos rios, ferro de passar que utilizava brasa, lampiões, lamparinas, além de objetos de trabalho da época.

“Esses, por exemplo, retratam as profissões, e os utensílios domésticos mostram os hábitos das pessoas no século 19”, explica a museóloga Ana Carolina Vieira, que foi até a casa do aposentado para verificar e catalogar as peças. “Elas vão passar agora por uma documentação museológica, pelo processo de pesquisa, de higienização e a restauração se necessária. Mas a maioria das peças está em bom estado de conservação. Então seriam a princípio higienização e pequenos reparos. Assim que catalogadas e inventariadas as peças vão fazer parte do acervo permanente na Casa do Colono na exposição de longa duração”, completa.

Hilário chegou até o museu através de representantes do Segmento Germânico na cidade: Elisabeth Graebner, que é representante em Petrópolis da Fecab, Federação dos Centros de Cultura Alemã do Brasil, e Marcos Carneiro, da Associação dos Grupos Folclóricos Alemãs de Petrópolis, Agfap.

Museu tem campanha para doação de objetos

Museus mundo afora contam com coleções que, muitas vezes, faziam parte de um acervo pessoal e que junto com outros documentos contam cada vez mais histórias. E é por isso que o Museu Casa do Colono promove uma campanha permanente: “Você faz parte dessa história”, que tem como função fazer com que esse acervo doado esteja disponível para a pesquisa, para a cultura e acesso de toda a sociedade. O objetivo da ação é captar documentos e coleções pessoais, como cartas, livros, álbuns, utensílios domésticos e de trabalho industrial e agrícola, brinquedos, mobiliário, fotografias, acessórios femininos e masculinos, e histórias de vida que representem a imigração germânica na cidade.

O Museu Casa do Colono fica na Rua Cristóvão Colombo, 1.034, na Castelânea. A visitação funciona de terça a domingo, das 8h30 às 16h, com entrada gratuita. Mais informações no telefone: (24) 2247-3715, ou e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Notícias por data

« Agosto 2019 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
      1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 31  

Alvará Online - BANNER

Casa dos Conselhos

DO

iptu

turispetro

iluminacao

balcao empregos

plano compras

portal transparencia

licitacao

Concursos

Casa dos Conselhos

ecidade

jrestaurativa

gabinete cidadania.fw

cpge

EOUVmunicipios

selo acesso_informacao.fw

Relatorio CMVP

cmv-logo