O Bazar 0800, que funciona no Centro de Cidadania de Itaipava, se prepara para atender a demanda de fim de ano. A unidade, voltada para a população de baixo poder aquisitivo, recebe doações de roupas, calçados (adulto e infantil), utensílios, brinquedos, entre outros elementos. Os produtos são disponibilizados gratuitamente aos usuários da rede pública do município. As doações podem ser feitas na sede do bazar que fica na Estrada União e Indústria, 11.860, das 9h às 16h.

Qualquer usuário que possua o Número de Integração Social (NIS), adquirido por meio da inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), pode usar o serviço. A partir da apresentação dos documentos, as pessoas podem escolher de 7 a 10 peças por mês. Mensalmente cerca de 70 pessoas recorrem ao bazar em busca de roupas, calçados e demais produtos. “Temos uma procura muito grande das pessoas que são atendidas aqui, mas precisamos estar sempre fazendo a reposição das peças. Para isso contamos com as doações das pessoas”, destaca a chefe do administrativo da Casa da Cidadania, Luciana Lima.

Desde agosto de 2017 o bazar está em funcionamento no local. A doação de roupas pode ser feita na própria unidade. O único critério é que as peças roupas, calçados e demais produtos estejam em boas condições de uso. “Recebemos muitas coisas aqui, mas só ficamos com o que está em bom estado de conservação”, ressalta Luciana, reforçando que as peças passam por vistoria antes de serem colocadas nas estantes.

As peças doadas devem ter condições de aproveitamento e devem ser entregues higienizadas. “Nós não temos como lavar as roupas aqui, então pedimos eu as pessoas que possam, tragam as peças em condições de serem usadas pelos beneficiários”, frisa. A dona de casa Malvina Maria Ramos, 65, mora no bairro de Laginha e tem o hábito de olhar adquirir e doar roupas aos bazares. “Eu sempre faço doações das roupas que eu não uso mais e quando preciso, sempre olho no bazar. Tem muita coisa que pode ser aproveitada”, destaca.

Dentro da programação das ações da Campanha “Mulher 365”, o Liceu Municipal Professor Cordolino Ambrósio, no Centro da cidade, receberá duas palestras, nos dias 29 e 30 de abril, com a equipe do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), sobre o combate da violência contra mulher. A Campanha é uma iniciativa que dá continuidade ao trabalho de conscientização realizada durante todo mês de março, com ações de enfrentamento acontecendo todos os meses ao longo do ano.

O trabalho do Cram visa conscientizar os jovens sobre todos os aspectos da violência contra mulher, além de mostrar todo o trabalho feito pelo órgão e toda assistência que a rede municipal oferece para essas vítimas. É importante que as pessoas saibam recorrer e pedir ajuda em caso de violência. Petrópolis registrou o primeiro feminicídio de 2019 nesta semana. A vítima de 43 anos, era agredida pelo companheiro e nunca o denunciou.

“Com a Campanha Mulher 365, vamos visitar as escolas da rede e as empresas, vamos panfletar nas ruas e mostrar as ferramentas de acolhimento que o município oferece para essas mulheres que são vítimas. Precisamos combater essas ações brutais, como vimos esta semana aqui na cidade. É muito importante que as mulheres denunciem qualquer tipo de agressão”, frisou coordenadora do Cram, Cleo de Marco.

O Cram possui uma equipe multidisciplinar e oferece gratuitamente assistência social, jurídica e psicológica para mulheres que sofreram qualquer tipo de agressão. O órgão também possui o Ônibus Lilás, um equipamento do município, de atendimento itinerante para as mulheres que não têm acesso a sede do Cram, geralmente as áreas rurais. Nos três primeiros meses de 2019, o Cram já realizou mais de 163 atendimentos, entre assistências iniciais e retornos.

 “Estamos realizando palestras sobre vários assuntos para os nossos alunos e resolvemos discutir e abordar alguns temas sociais como a violência contra mulher. São problemas que refletem no ambiente escolar. Quanto mais clareza os alunos tiverem sobre divergências sociais, melhor será a convivência escolar e na vida. A educação também tem sua responsabilidade social na vida do aluno”, destacou a diretora do Liceu Municipal Professor Cordolino Ambrósio, Márcia Chiote.

A campanha acontece em parceria com o Gabinete da Cidadania, Secretaria de Educação, Secretaria de Assistência Social, Secretaria de Saúde, Caps Ad III, Conselho Municipal dos Diretos da Mulher e a 106ª Delegacia de Polícia, em Itaipava.

O município possui também a Sala Violeta inaugurada no Fórum em Itaipava, como mais um suporte de atendimento na rede, para a vítima de violência. O objetivo é garantir a segurança e a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica, acelerando o acesso à Justiça. Todo o processo deve ser concluído em cerca de quatro horas. As obras da Sala Lilás, que será implantada no Instituto Médico Legal (IML) de Petrópolis, já começaram. O novo setor será voltado para o atendimento especial às mulheres vítimas de violência, com espaço reservado e profissionais especializados.

Com o objetivo de fazer uma Páscoa mais feliz para crianças carentes, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), em parceria com a Prefeitura de Petrópolis, está arrecadando caixa ou saco de bombons para a Campanha Páscoa Feliz, que irá atender mais de 7 mil crianças de instituições e creches do CMDCA. O prazo para entrega dos chocolates foi prorrogado até 11 de abril.

Quem quiser participar, pode deixar o chocolate em um dos postos de arrecadação: na sede da Prefeitura de Petrópolis, na Avenida Koeler, 260- Centro; no Centro Administrativo, na Avenida Barão do Rio Branco, 2.846 – Centro e na Secretaria de Educação, na Rua da Imperatriz, 193 – Centr.

A festa para fazer a entrega dos chocolates, está marcada para o sábado, dia 13 de abril, de 9h às 11h, no Campo do Serrano Futebol Clube. O CMDCA disponibilizará o transporte para levar as crianças das instituições ao clube. As crianças poderão aproveitar o dia com brinquedos, recreação, além de distribuição de lanche e dos chocolates.

O CMDCA tem 40 instituições cadastradas e atende diretamente 6.671 crianças. Em 2018, a verba do Funcria arrecadou em doações R$ 1 milhão. Entre os projetos beneficiados estão o Projeto Ampliando Horizontes, Semeando Vida e Esperança, Pestalozzi, São Charbel, Cultura Pela Paz entre outros. Todos os projetos, instituições e informações podem ser acessadas pelo site www.cmdcapetropolis.com.br.

Dentro da programação da Campanha “16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”, o Gabinete da Cidadania realizou nesta sexta-feira (30.11), na Casa dos Conselhos, uma palestra ministrada pela Assistente Social da Equipe Técnica da Gerência de Saúde da Mulher, da cidade do Rio de Janeiro, Márcia Soares, sobre o projeto Sala Lilás que já funciona em Niterói e Campo Grande.

A sala lilás é um local reservado para o atendimento de mulheres que foram vítimas de violência física e sexual, onde são atendidas de forma mais humanizada e acolhedora. O espaço funciona dentro do Instituto Médico Legal (IML), onde são realizados exames periciais com equipe multidisciplinar. O objetivo é que as vítimas se sintam preservadas e mais à vontade para falar sobre a violência sofrida.

Durante a palestra, Márcia Soares apresentou dados estatísticos realizados pela Secretaria de Vigilância Sanitária da cidade do Rio de Janeiro, apontaram que de 2009 a 2018 foram notificados 58.821 casos de violência envolvendo crianças, adolescentes, adultos e idosos. Em 2018, as duas Salas Lilás juntas já somam 880 notificações. De acordoo com a assistente, o trabalho realizado na Sala Lilás, garante uma celeridade no atendimento da vítima e exige uma articulação maior de toda a rede da saúde.

Hoje dividi minha experiência na construção do projeto da Sala Lilás e de todo o processo para o seu funcionamento. A Sala Lilás foi criada para atender apenas as mulheres, porém a ferramenta foi tão bem executada, que atendemos homens, mulheres, transexuais, crianças e idosos. A partir do momento que a vítima é acolhida e quebra o silêncio, isso exige uma qualidade da rede como um todo, desde Defensoria Pública, delegados e Secretaria de Saúde, para que esta pessoa não se perca no processo da rede e seja conduzida de forma correta, por isso a necessidade de integrar todos os serviços” destacou a Assistente Social da Equipe Técnica da Gerência de Saúde da Mulher, Márcia Soares.

Representando o Hospital Municipal Nelson de Sá Earp, Simone Aparecida Borré contou que achou a palestra bem interessante, apesar de a unidade de saúde atender violências autoprovocadas. “Achei bem interessante essa proposta da Sala Lilás. Acho que vai contribuir muito para o atendimento dessas vítimas”, contou Simone.

Programação Campanha “16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”

As palestras são ministradas pela equipe do Centro de Referência de Atendimento a Mulher. Este ano a campanha está focada nas escolas. Na segunda-feira (03.12), às 10h, na Escola Municipal Abelardo De Lamare, no Caxambu e às 19h no Liceu Municipal Carlos Chagas Filho, na Av. Barão do Rio Branco. Na terça-feira (04.12) às 14h, é o dia da Escola São João Batista, no Duarte da Silveira e na quarta-feira (05.12) às 13h na Escola São Judas Tadeu, na Mosela. E ainda em um encontro especial, na segunda-feira (17.11) a equipe do CRAM fará uma palestra dedicada aos pais e responsáveis na Escola Municipal Abelardo De Lamare.

Com objetivo de esclarecer e conscientizar as crianças sobre o preconceito e o racismo no Brasil, a Casa da Educação Visconde Barão de Mauá promoveu durante quase todo o primeiro semestre atividades sobre a exclusão social do negro além da herança histórica e cultural, principalmente na cidade.

Todas as turmas da Casa trabalharam com tarefas promovidas pelos professores que estimulassem a reflexão sobre o tema. No caso das aulas de ballet, as alunas tiveram contato com a parte histórica das músicas populares, como o samba até o significado de brincadeiras como “escravos de jó”.

“As crianças foram bem expressivas e algumas até contaram que já sofreram algum tipo de preconceito. Queremos trabalhar não só a questão racial, mas a questão das diferenças, que elas existem e precisam ser respeitas”, contou a professora de ballet e história, Lorena Cristina Conceição Borges Silva.

Foram mais de 208 alunas de ballet entre 4 e 16 anos que participaram das ações na unidade. Segundo a professora, foram trabalhadas o tema abolição da escravatura, o resgate das brincadeiras dos escravos, e também inserção de músicas e instrumentos. Foram apresentados filmes e livros que foram discutidos e refletidos durante as aulas. O professor do curso de Capoeira também ministrou uma palestra contando a história da prática para os alunos.

“Vamos trabalhar a discriminação e igualdade racial durante todo o na Casa da Educação, pois infelizmente ainda existe muito preconceito. Essa ação foi muito importante para os nossos alunos e conseguimos trabalhar com todos os espaços desde o cineclube até as aulas de ballet”, disse a diretora da Casa da Educação, Catarina Maul.

O trabalho desenvolvido na Casa dos Conselhos Augusto Ângelo Zanatta está sendo referenciado para a cidade de Abreu e Lima, no estado de Pernambuco. Com 28 conselhos, 800 conselheiros - que se reúnem, ao menos, uma vez por semana – Petrópolis tem se tornado exemplo na valoração desse importante instrumento de democracia.

Segundo o secretário Executivo da Casa dos Conselhos de Abreu e Lima, Carlos Azevedo, durante uma consulta pela internet, ele encontrou o site da Casa dos Conselhos de Petrópolis, no qual ficou impressionado com a construção de um espaço onde todos os conselhos municipais estão reunidos utilizando a mesma estrutura.

“Pesquisando por Casa de Conselhos na internet, me deparei com a Casa dos Conselhos de Petrópolis, onde a quantidade de Conselhos de diferentes políticas utilizando a mesma estrutura me encantou. A possibilidade de economizar nos alugueis certamente proporcionará a receita necessária para a construção da tão esperada equipe técnica para dar suporte aos Conselhos envolvidos aqui na minha cidade.  A experiência de reunir todos os conselhos em uma estrutura só nos dá uma ideia de intersetorialização das políticas públicas”, contou secretário Executivo da Casa dos Conselhos do Sistema Único de Assistência Social de Abreu e Lima, Carlos Azevedo.

De acordo com o secretário, diferente de Petrópolis que possui uma estrutura única para todos os conselhos, em Abreu e Lima os conselhos possuem estruturas independentes em prédios alugados gerando uma despesa maior para o município. O secretário está agendando uma visita ao município no segundo semestre.

“Estou ansioso para conhecer todo o processo de construção da casa dos conselhos desde a concepção da ideia, quanto os desafios diários de fornecer a estrutura necessária para tantos conselhos em um só lugar. Orçamento, divisão das despesas, normas, pessoal entre outras informações”, contou.

Durante todo o ano de 2018, a Casa dos Conselhos também foi o espaço onde aconteceram palestras, oficinas, treinamentos, cursos, reuniões, apresentações, missa, formaturas, capacitações, seminários, grupo de debates e aplicação de prova de vestibular. Além, das conferências que reúnem governo e sociedade civil para debater e deliberar os rumos e as ações prioritárias nas políticas públicas dos próximos anos.

No local são discutidas políticas públicas com participação da sociedade civil e poder público

“Para mim a Casa dos Conselhos significa democratização! Eu que participo e represento a sociedade civil acredito que os Conselhos estão ai para fomentar o coletivismo e contato direto entre a população e o poder público”, assim definiu a advogada e empreendedora sócio-cultural, Adriana Sêmola, que participa do Conselho Municipal de Cultura e do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDDPD). A Casa dos Conselhos atua junto à sociedade civil (faculdades, instituições, associações de moradores entre outros) e poder público, com discussões em prol do bem da comunidade.

Hoje, a Casa abriga 27 conselhos e comissões em diversas áreas, com metade dos membros participantes da sociedade civil e outra metade do poder público, e todos os Conselhos são deliberativos. Este ano, até a primeira quinzena de junho, já aconteceram 145 reuniões, além da disposição do espaço para ações que envolvam a comunidade.

O projeto da Adriana – Arte na Madeira – atende mais de 300 pessoas, entre crianças e idosos, no bairro Alto da Serra. O espaço oferece aulas gratuitas de artesanato com reaproveitamento de madeira, moda comportamental, capoeira, cultura urbana, dança cigana, do ventre e aulas de passinho. “Nosso ambiente possui o design universal, ou seja, temos acessibilidade para todos. Este é o nosso principal objetivo ser uma plataforma de inclusão social compartilhada”, contou Adriana. A empreendedora, que está engajada nas ações sociais do bairro,participa ativamente das reuniões dos dois Conselhos que integra, e fala da importância desses encontros para a sociedade. “A população precisa participar mais das políticas públicas. É importante que eles saibam que existe esse espaço disponível, onde as ideias são discutidas de forma democrática”, disse ela.

“Costumo dizer que a Casa dos Conselhos é a espinha dorsal de toda política pública do governo. Aqui é onde as articulações começam, onde tudo é debatido. O local é o lugar para quem quer pensar Petrópolis no futuro”, assim relatou o presidente da Casa dos Conselhos, Luiz Eduardo Peixoto, sobre a importância do órgão para o município. Segundo o presidente, no mês de julho, começa a primeira ação “ Casa do Conselho Itinerante”, com o objetivo de que a população possa ter mais conhecimento sobre as questões da política pública e que possam participar de forma mais ativa. A previsão é que o evento seja realizado no Centro da cidade

Cidadania. Esse é o tema da palestra que vai marcar o mês de abril para idosos e pensionistas do Instituto de Previdência e Assistência Social do Servidor Público do Município de Petrópolis. O encontro será na próxima terça-feira (30.04), a partir das 10h, na Casa Cláudio de Souza, localizada no número 247 da Praça da Liberdade. A coordenadora do Gabinete da Cidadania, Ana Maria Rattes será a responsável por desenvolver o tema junto aos participantes do encontro.

Encontro acontecerá a partir das 18h na Casa dos Conselhos Ângelo Zanata

Eleitos durante a 8ª Conferência Municipal da Cidade, realizada na quarta-feira (27.03), os 39 membros do Conselho Municipal da Cidade (Comcidade) terão a primeira reunião ordinária de trabalho nesta segunda-feira (1º.04) na Casa dos Conselhos Ângelo Zanata. No encontro, que está marcado para as 18h, será feita a aprovação da ata da Conferência; além das eleições do presidente e dos delegados do Conselho.

O Comcidade é composto em sua maioria por representantes da sociedade civil, que são membros dos demais conselhos e que, portanto, já são atuantes em suas áreas. É um conselho de especial importância, pois trata de questões que irão orientar as ações do governo no planejamento da cidade a longo prazo.

A atuação do conselho é fundamental, em especial este ano, em que o Comcidade será conduzido pela sociedade civil. A participação de todos os membros é muito importante para dar andamento aos trabalhos no conselho. Esta participação da sociedade é fundamental para orientar as ações do governo.   

Na reunião também será definida a composição dos seis comitês técnicos, que até março do ano que vem darão assessoramento técnico ao Comcidade na discussão de assuntos pertinentes às suas referidas áreas. Os comitês técnicos são voltados aos seguintes temas: Desenvolvimento Institucional, planejamento, sistema orçamentário de gestão democrática; Desenvolvimento econômico: turismo, comércio, indústria, serviços e tecnologia; Meio Ambiente e Saneamento Ambiental; Habitação, Patrimônio Histórico e Gestão do solo urbano; Desenvolvimento Humano, Saúde e Educação; Infraestrutura, mobilidade e Transporte Urbano.

Os conselheiros também irão discutir o regimento interno do Comcidade. O documento chegou a ser aprovado pelos membros do conselho em gestões anteriores, mas não foi publicado à época. Será apresentado aos novos integrantes do conselho este regimento. Eles irão avaliar e discutir o regimento e poderão propor alterações, para que ele esteja atualizado.

A primeira reunião do Comcidade acontece nesta segunda (1º.04) às 18h, na Casa dos Conselhos Ângelo Zanata, que funciona em um prédio anexo à sede da prefeitura, na Av. Koeler, 260 – Centro.

 

O objetivo do Conselho é combater a intolerância étnica, religiosa e de gênero

O Conselho Municipal de Promoção de Igualdade Racial de Petrópolis (COMPIR) aprovou em ata a nota de repúdio aos atos racista que aconteceram nos Jogos Jurídicos Estaduais, realizados em Petrópolis, no início do mês. O Conselho manifestou publicamente sua indignação com a atividade que classificou “abusiva, ilegítima, vergonhosa e descabida” e que merece das autoridades competentes a apuração e punição dos agressores. A reunião Ordinária aconteceu nesta quarta-feira (13.06) na Casa dos Conselhos.

O objetivo do COMPIR é combater a intolerância étnica, religiosa e de gênero, realizando a integração e reconhecimento da população com promoção da igualdade racial.

Na ocasião também esteve presente o chefe de Representação Regional dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo do Ministério da Cultura, Mateus Quintal, tirando as dúvidas conselheiros do COMPIR e de todos os presentes em relação à forma legal de elaboração, encaminhamento, execução de Projetos Sociais, através do Ministério da Cultura.

“A presença do Mateus foi importante para que todo o processo de captação de recursos da Lei Rouanet, fosse esclarecida entre nossos conselheiros, além de toda questão jurídica de um Projeto Social”, declarou a presidente do COMPIR, Edna Queiroga.

As reuniões do Conselho acontecem toda segunda quarta-feira do mês às 16h na Casas dos Conselhos, na Av. Koeler, 260 – Centro e são abertas para a sociedade civil.

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