A Prefeitura vai levar ao Tribunal de Justiça do Estado a apresentação da situação financeira do município – que ainda alcança R$ 685 milhões em dívidas acumuladas por gestões passadas e os esforços para manter em dia o pagamento do funcionalismo, que soma R$ 525 milhões ao ano, entre eles os vencimentos dos servidores da Educação. A Prefeitura vai demonstrar a impossibilidade de reajuste e os esforços que foram feitos em avançar em outras reivindicações dos profissionais da Educação.  O TJ  também está recebendo relatórios sobre o quantitativo de escolas funcionando e profissionais que estão registrando o ponto.

Nesta quarta-feira (22.08), de acordo com um levantamento realizado pelo Departamento de Inspeção Escolar, 57 unidades escolares funcionaram normalmente, 112 de forma parcial e 14 ficaram paralisadas. Com relação ao turno da noite, 11 unidades funcionaram parcialmente e uma ficou paralisada. O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro determinou, no dia 16 de agosto, que 70% do efetivo de funcionários de cada unidade escolar devem estar atendendo os alunos da rede.

O levantamento da Secretaria de Educação é feito presencialmente todos os dias e em todas as unidades escolares da rede municipal. A partir das visitas são organizados os relatórios diários com a frequência total de servidores em cada escola e Centro de Educação Infantil. Os dados estão sendo compilados com o auxilio dos ofícios encaminhados pelos diretores no fim de cada turno.

O poder público reitera que o compromisso é o de manter em dia o salário dos servidores – ação que está sendo cumprida sem nenhum atraso: a atual gestão depositou R$ 39,4 milhões da folha de pagamento de julho do funcionalismo e R$ 8,7 milhões do 13º salário antes do início da greve.

Trabalharam normalmente nesta quarta-feira (22.08) 1.869 servidores – contabilizando o turno da noite. Os profissionais que continuam em greve já possuem 23 dias de ponto cortado. A medida tem amparo legal do Supremo Tribunal Federal que proferiu decisão neste sentido em 2017 (http://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=1945564).

Atividade reuniu 30 profissionais

Quais são as intervenções pedagógicas e estratégicas que podem auxiliar os estudantes diante dos desafios da matemática? Esse foi um dos pontos discutidos durante uma formação para orientadores de escolas que atendem o ensino fundamental II (6º ao 9º ano) realizada nessa terça-feira (18.09) na Casa da Educação Visconde de Mauá. A atividade, dirigida pela equipe de formação da Secretaria de Educação, contou com a participação de 30 orientadores

O objetivo da formação foi a de analisar as questões da Prova Petrópolis, identificar as possíveis intervenções pedagógicas e socializar as estratégias planejadas, considerando as necessidades dos alunos diante dos eixos da matemática.

A equipe da EM Bataillard, compartilhou com os demais participantes as experiências praticadas na escola que renderam bons frutos. Um exemplo é o projeto “A matemática que faz a música possível”, criado pela professora Márcia Maria Viana. O projeto conquistou o 3º lugar na categoria ensino fundamental no Prêmio Shell de Educação Científica em 2017. Colocado em pratica com 63 alunos do 6º ano da EM Battaillard, a ideia levou em consideração o ensino de frações a partir da leitura de partituras de música. A professora explicou para os alunos que cada nota musical é montada por uma fração e que estas frações em conjunto é que dão o ritmo das músicas. Os estudantes foram estimulados a escolherem as músicas, buscarem suas notas musicais, traduzindo-as para encontrar as frações equivalentes.

“As atividades diferenciadas animam e acabam funcionando como uma preparação para as provas externas como a Olimpíada Brasileira de Matemática, OBMEP. Utilizando jogos e tornando as aulas mais interessantes, conseguimos resultados excelentes com os alunos”, explicou a professora.

“Durante a formação a professora Marcia compartilhou o seu projeto com a rede, incentivando a boa pratica. O exemplo serve como inspiração para os professores e é motivo de orgulho para a Educação”, explica Vivian Portilho, responsável pela formação.

Alunos do 9º ano da Escola São Judas Tadeu #respeitaaminhareligiao

Um rap criativo foi o instrumento escolhido por jovens petropolitanos para abordar um tema importante na sociedade atual: o respeito pelas religiões e o combate ao extremismo. A inspiração veio através do projeto “Words Heal The World”. Arthur Leal, Gabriel Monken, Gabriel da Silva e Wellington Patrick, do 9º ano da Escola São Judas Tadeu resolvem traduzir suas preocupações com relação à disseminação do extremismo nas redes sociais através da música. O rap criado pelos jovens ganhou destaque no projeto e será apresentado em novembro em um seminário da UNESCO.

O projeto chegou à escola através de Beatriz Buarque, jornalista e criadora do “Words Heal The World”. “Ela fez uma oficina com os alunos chamando a atenção para esse problema que é a disseminação do ódio, principalmente com relação às diferentes religiões, através das redes sociais. Os alunos foram convidados a criarem formas de combater o extremismo e esse grupo se destacou, com a composição do Rap. Agora a escola já está se preparando para inscrever a música em um seminário que vai acontecer em novembro na Índia. Queremos que a mensagem dos nossos alunos chegue nos outros continentes”, contou a orientadora da escola, Sônia Damico.

O rap chama a atenção para o respeito: “Aqui vai uma mensagem contra a intolerância religiosa. As pessoas podem ter opiniões preconceituosas. Se você acha que o mulçumano é terrorista você está enganado. A religião não diz quem é você, mas mostra em que você acredita. Do seu amigo você deve ter respeito. Independente da religião, do fundo do peito. Ninguem vai mudar o mundo desse jeito... com sua opinião intolerante não vai ter jeito! Mudar a forma que a gente pensa...o que importa pra nós é a paz e a união!”

“Percebemos que atividade teve reflexos positivos na escola. Trouxe o tema intolerância para a discussão entre os jovens e os meninos que criaram o rap mudaram o comportamento. Eles pesquisaram, construíram e música e ficaram mais atentos. A escola está muito orgulhosa com o resultado”, contou a diretora da Escola São Judas Tadeu, Mariana de Paula Leite.

A ideia agora é a de disseminar a #respeitaaminhareligiao.

“Pesquisamos e percebemos que esse é um problema real nas redes sociais. Através da música acreditamos que a nossa mensagem pode mesmo fazer a diferença e isso é mais legal de tudo”, contou Wellington.

Gabriel da Silva afirma ainda que o desconhecimento pode ser o principal incentivador do preconceito. “O que nós percebemos é que as pessoas criticam sem conhecer a realidade da religião do outro e isso é muito perigoso. O respeito tem que estar acima de tudo”.

Sobre o “Words Heal The World”

Words Heal the World é uma organização sem fins lucrativos (sociedade anônima), que foi criado para inspirar os alunos a usar suas habilidades e criatividade para desafiar o ódio na internet. É a única organização no mundo que coloca os jovens como protagonistas no desenvolvimento de mensagens para lidar com diferentes tipos de extremismo.

Seu trabalho é baseado levar esse tema para discussão nas escolas secundárias, incentivando os alunos a encontrar maneiras de desafiar diferentes tipos de extremismo e inspirando-os a usar a mídia social para a paz. Mais informações podem ser obtidas no site: www.wordshealtheworld.com

Graças a uma parceria entre as secretarias de Educação, Saúde e Assistência Social, o município vai colocar em prática na rede municipal de Educação o Programa Busca Ativa Escolar – iniciativa do Unicef e Undime que combate a erradicação escolar através do monitoramento das faltas dos alunos matriculados nas escolas da rede. Os diretores das 182 unidades educacionais estão participando de uma capacitação para aprender a utilizar o sistema. Uma das formações ocorreu nesta quarta-feira (27.02), na Casa da Educação Visconde de Mauá.

O programa está disponibilizado para todos os municípios através de uma plataforma on-line. O objetivo é o de auxiliar os governos na identificação, registro, controle e acompanhamento de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de evasão. Segundo levantamento da plataforma, 4.292 menores de idade estão fora da escola em Petrópolis, o que representa apenas 7% do público de estudantes entre 4 e 17 anos.

O índice em Petrópolis é baixo em comparação com outras realidades, no entanto, é preciso estar atentos a erradicação escolar. O programa é um reforço para os municípios, que poderão ter acesso a dados concretos para poder desenvolver e implementar políticas públicas que contribuam para a inclusão escolar.

O programa foi desenvolvido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e o Instituto TIM.

Essa capacitação inicial serviu para mostrar o programa para as diretoras e explicar a importância da contribuição das diretoras nesse processo. Elas conhecem as famílias e a realidade das crianças. A Secretaria de Educação vai cadastrar as diretoras no programa e automaticamente elas poderão alimentar o sistema de acordo com as informações dos alunos.

Após a implantação do Busca Ativa Escolar no município cada Secretaria ou grupo terá um papel específico, que vai desde a identificação de uma criança ou adolescente fora da escola até a tomada das providências necessárias para a matrícula e a permanência do aluno ou aluna na escola. Os diretores alimentarão os dados dos alunos e o monitoramento de frequência será regular. Decorrido um ano e não tendo sido constatado problema com a criança ou o adolescente (re)matriculado, o caso recebe o estado Concluído. Caso seja verificada a evasão, o caso recebe o estado Fora da escola.

“Esse é um trabalho intersetorial que pode ajudar a aproximar essas crianças não só da escola, mas também, de serviços ofertados pelas Secretarias de Saúde e Assistência Social. Conforme o alerta é enviado, os técnicos das outras secretarias vão conferir a realidade daquele caso e encaminhar para o atendimento necessário”, explicou Roberta Castro, da Associação Cidade Escola Aprendiz, que está realizando a capacitação do Programa Busca Ativa Escolar.

Todo o processo poderá ser feito pela internet e a ferramenta pode ser acessada pelos diretores das escolas em qualquer dispositivo, como computadores de mesa, computadores portáteis, tablets, celulares (SMS) e smartphones.

“Esse foi um primeiro encontro com as diretoras para apresentação do Programa, para mostrar que a alimentação do sistema não é complicada. As dúvidas poderão ser esclarecidas no Departamento de Inspeção Escolar da Secretaria de Educação. Todas as inspetoras poderão auxiliar os diretores após a implantação do programa”, afirmou Ana Paula Valle, coordenadora operacional do Busca Ativa Escolar em Petrópolis e chefe do Departamento de Inspeção Escolar da Secretaria de Educação.

Link será disponibilizado no site da prefeitura: www.petropolis.rj.gov.br

A partir das 11h da próxima segunda-feira (15.10) a Secretaria de Educação disponibilizará, no site da prefeitura (www.petropolis.rj.gov.br), o link de inscrição para o Sorteio Público que definirá os estudantes que ingressarão, em 2019, no 6º ano do Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio. Pais e responsáveis poderão fazer a inscrição. Podem participar os alunos oriundos do 5º ano do ensino fundamental de qualquer unidade da rede municipal, desde que aprovados.

O Liceu disponibilizará 190 vagas para o 6º ano em 2019. “É importante que os pais ou responsáveis fiquem atentos ao prazo de inscrição que poderá ser feita até o dia 30 de outubro. A forma de seleção foi modificada para garantir chances iguais de ingressos para todos os alunos aprovados no 5º ano em qualquer escola”, explica a secretária de Educação, Samea Ázara.

A mudança na forma de ingresso – de 2011 até 2017 a Secretaria de Educação realizou provas de admissão e os candidatos conseguiam as vagas de acordo com as notas – recebeu parecer favorável do Conselho Municipal de Educação. O sorteio será realizado no dia 23 de novembro. As matriculas dos selecionados será feita no próprio Liceu de 10 a 14 de dezembro.

“Vale destacar que os pais não precisarão participar do sorteio. Os nomes dos selecionados serão publicados no Diário Oficial e a lista também será disponibilizada no site da prefeitura”, acrescenta a secretária de Educação.

Faltas serão abonadas com a reposição das aulas

Em mais uma reunião, nesta sexta-feira (31.08), demonstrando, mais uma vez, aos servidores da educação em greve o déficit das contas públicas que impedem recomposição salarial, a Prefeitura reiterou aos representantes da categoria a disposição da gestão em estabelecer estudos e prazos para avançar em benefícios para os servidores deste segmento. Reiterando as propostas feitas no dia anterior, a Prefeitura acordou antecipar os pagamentos de quinquênio para novembro e o enquadramento por tempo de formação para março. Todas as medidas acertadas anteriormente também foram confirmadas. 

As propostas, apresentadas em assembleia às 16h30, na Praça da Liberdade, foram aceitas e os servidores retornam ao trabalho. O pagamento dos dias que seriam descontados está atrelado à reposição das aulas, também acertado entre servidores e poder público. O pagamento da Educação, vai ser enviado à CEF ainda nesta sexta-feira com possibilidade de o pagamento já ser efetuado nas contas na segunda-feira.

Todas as propostas que eram o objetivo desde o início, e que foram, inclusive, apresentadas em audiência de conciliação no Tribunal de Justiça, foram mantidas. Isto demonstra que sempre a Prefeitura acenou com melhorias mesmo diante do impedimento de recomposição salarial frente a dívidas deixadas por gestões passadas, déficit de R$ 766 milhões.

 Além de manter um calendário de reuniões e estudos para levantar, dentro das possibilidades financeiras, pagamentos de benefícios à categoria, o acordo prevê a antecipação do enquadramento por tempo de serviço – quinquênio – que começará a ser feito entre novembro e dezembro deste ano, concessão de licenças prêmios e chamamento de concursados.

A prefeitura mantém os estudos para que as reivindicações da categoria possam ser atendidas com responsabilidade. O governo pretende antecipar o enquadramento por tempo de serviço, que estava previsto para começar no primeiro semestre de 2019 e vai constituir um grupo de estudo para analisar as demais reivindicações da categoria. Sempre com estudo e planejamento porque a prioridade é manter os salários em dia.

As demais iniciativas formalizadas durante uma reunião realizada na quinta-feira (30.08) foram reiteradas aos grevistas: um grupo de estudos será formado, com membros do governo e do sindicato da categoria, iniciando os trabalhos dia 10 de setembro. O objetivo é levantar, dentro da situação financeira da prefeitura, os benefícios que podem ser concedidos, como enquadramento por formação – que deverá começar a ser realizado em março de 2019 - e as necessidades para a implantação do 1/3 de planejamento. Também foi mantida a concessão de licenças-prêmio que o governo já estava realizando e ainda conservados os 25% de regência de classe.

Vale salientar que, das licenças-prêmio em atraso, a Prefeitura está processando 35 remanescentes da gestão anterior e outras 150 do trâmite normal estão sendo concedidas e com a expectativa de que mais 100 sejam aprovadas – em novos pedidos – nos próximos meses.  Também mais 47 concursados (31 para classes de anos iniciais e 16 para demais classes) estarão sendo chamados. Eles se unem a mais 86 já convocados pela atual gestão, encerrando, assim, o concurso de 2015 com todos sendo convocados.

A reserva de 1/3 de tempo de trabalho para planejamento das aulas e a redução para 30 horas semanais de trabalho também serão estudadas pelo governo e representantes dos servidores com a indicação do Tribunal de Justiça que o Ministério Público – que orientou suspensão de decreto e também de projeto de lei – seja consultado.

As dívidas de gestões passadas com tributos trabalhistas dos servidores somaram R$ 119 milhões, número apresentado pela atual gestão publicamente e reiteradas vezes.  São referentes a tributos como INSS, PIS e Pasep descontados dos funcionários e jamais recolhidos. Empréstimos consignados deixaram de ser pagos, havia atraso no 13º salário e férias. Em 20 meses de governo, a administração pagou R$ 68 milhões em dívidas apenas referentes ao funcionalismo e o restante foi parcelado e está sendo quitado mensalmente. Benefícios como férias e licença-prêmio foram concedidas gradualmente desde o início da gestão.

O governo mantém a responsabilidade do pagamento dos servidores em dia e continuará a austeridade nas contas públicas para garantir o funcionamento dos serviços essenciais.

Participaram da reunião ainda a representante do SEPE, Rose da Silveira, e demais diretores do sindicato.

Contas chegaram aos consumidores com lembretes sobre prevenção

As concessionárias de serviços públicos – Enel, Águas do Imperador e CEG – também estão apoiando a campanha “Xô Mosquito”. Nos meses de fevereiro, março e abril, as contas de cada uma delas terão uma mensagem de apoio ao combate ao mosquito Aedes aegypti. Lançada no dia 6 de fevereiro pelo prefeito Bernardo Rossi, a campanha que envolve as secretarias de Educação, Saúde e Defesa Civil no combate ao vetor transmissor da dengue, zika e chikungunya, já vistoriou mais de cinco mil imóveis, com a identificação de 258 possíveis focos. 

“É importante a Defesa Civil estar ao lado da iniciativa privada, dentro da nova proposta de integração e de foco na prevenção de desastres do governo de Petrópolis”, disse o secretário de Defesa Civil, Coronel Paulo Renato Vaz. 

“A campanha está sendo muito divulgada e falada na cidade. Vamos continuar somando forças no combate ao mosquito Aedes aegypti até o final do verão”, completou. 

Para fechar a semana, nesta sexta-feira, dia 17, às equipes integradas da Saúde, Defesa Civil e Educação vão estar nos CEIs Vila São José, no Centro, A Sementeira, no Bingen, Sagrada Família, na Castelânea e Oswaldo Cruz, no Quarteirão Ingelheim. 

O site da Prefeitura de Petrópolis também destaca a campanha “Xô Mosquito” que envolve as secretarias de Educação, Saúde e Defesa Civil no combate ao Aedes aegypti São dicas de proteção e explicação sobre as diferenças dos sintomas da dengue, zika e chikungunya, além de oferecer um espaço para as gestantes, com o esclarecimento de dúvidas sobre a microcefalia. O site pode ser acessado a partir da capa no domínio eletrônico da prefeitura e pode ser reproduzido por empresas, instituições, escolas e entidades que queiram usar o material como alerta preventivo. O endereço eletrônico é: www.petropolis.rj.gov.br. 

Até o momento, desde o início do ano, as equipes da vigilância sanitária já visitaram mais de 17 mil imóveis. A campanha “Xô Mosquito” também conta com o apoio da Cruz Vermelha, que doou 200 repelentes que estão sendo distribuídos durante as visitas, e do 32º Batalhão do Exército, que está atuando nas escolas municipais, estaduais e particulares todas as sextas-feiras. 

A segunda fase da 14ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP 2018 - ocorre no próximo sábado (15.09) em todo o Brasil. Em Petrópolis, 1.204 estudantes petropolitanos participarão do exame em quatro unidades de ensino. No Liceu São José de Itaipava, 219 alunos participarão da prova, na E M Johann Noel (Bingen) serão 132 estudantes, já no Liceu M Prefeito Cordolino Ambrosio (Centro) 693 estão inscritos e os 160 alunos restantes farão a prova na E.M. Vereador José Fernandes da Silva (Alto da Serra).

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA, com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática – SBM, e promovida com recursos do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC. Em todo o Brasil, participarão da 2ª fase 952.782 alunos de 50.183 escolas.

Participam da OBMEP alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até último ano do Ensino Médio. As provas do Nível 1 são direcionadas aos alunos matriculados no 6º ou 7º ano do Ensino Fundamental. Já a avaliação do nível 2 é aplicada aos alunos do 8º ou 9º ano e a prova nível 3 é para os estudantes do ensino médio.

Os estudantes classificados podem imprimir os cartões de confirmação e verificar os locais de prova no site www.obmep.org.br. A organização recomenda que os alunos cheguem aos centros de aplicação com pelo menos 30 minutos de antecedência, portando documento original de identificação (carteira de identidade, certidão de nascimento ou carteira escolar), o cartão informativo da OBMEP, lápis e borracha.


Petrópolis é destaque na OBMEP

Em 2017, mais de 18 milhões de alunos de participaram da olimpíada. Petrópolis garantiu cinco medalhas: uma de ouro, uma de prata e três de bronze. Ganhador da medalha de ouro, o aluno da Escola Municipalizada Hercilia Moretti, Álan da Silva Câmara, conquistou, ainda, a primeira colocação no Estado do Rio de Janeiro na OBMEP 2017. A premiação ocorreu em agosto.


Resultado da 2ª fase será divulgado em novembro

Nesse ano, a OBMEP premiará alunos, professores, escolas e secretarias municipais de educação pelos melhores desempenhos. A divulgação dos premiados deve ocorrer no dia 21 de novembro. A premiação vai se basear exclusivamente no resultado das provas da 2ª Fase. Serão concedidas aos alunos 500 medalhas de ouro, 1.500 medalhas de prata, 4.500 medalhas de bronze, e até 46.200 certificados de Menção Honrosa.

Aos 6.500 alunos de Escolas Públicas premiados na OBMEP 2018 com medalhas de ouro, prata ou bronze e matriculados em Escolas Públicas em 2019, será oferecida a oportunidade de participar do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIC Jr -OBMEP). A participação no PIC inclui o recebimento de uma bolsa de Iniciação Científica Jr do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A estrutura e o planejamento do programa serão definidos e divulgados no início de 2019.

Representantes de mais de 50 municípios do Estado de Rio de Janeiro participaram da edição do 72º Fórum de Dirigentes Municipais de Educação do Rio de Janeiro que terminou nessa sexta-feira (27.04), promovido pela Undime/RJ, em Petrópolis. Durante os dois dias de evento, integrantes das equipes técnicas de secretarias destas cidades participaram de palestras e mesas redondas que abordaram temas como educação inclusiva, o fortalecimento dos gestores, os programas federais de financiamento e a Base Comum Curricular.

“Durante o encontro os dirigentes tiveram a oportunidade de trocar experiências, tirar dúvidas sobre os programas federais e expor as dificuldades enfrentadas hoje para garantir a qualidade na educação pública. Agradecemos a Undime por ter escolhido o nosso município para sediar esse memorável encontro”, disse a secretária interina de Educação, Samea Ázara.

A presidente da Undime, Eliane Tomé dos Santos Oliveira, que também é dirigente municipal de educação de Paraty, comemorou a boa participação - mais de 200 pessoas nos dois dias de fórum – no Clube Petropolitano. “As ações são colaborativas e a Undime representa a união de todos os dirigentes. Petrópolis nos abraçou e acolheu e estamos muito felizes por ter escolhido a cidade para sediar o nosso evento”.

No encerramento, os participantes do encontro elaboraram um documento denominado “Carta Petrópolis”. O texto é uma manifestação dos secretários de Educação presentes no Fórum contra uma iniciativa do governo federal, que prevê a retirada do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica) das verbas destinadas para CEIs passando os valores para a administração da Assistência Social. O documento será encaminhado para a Comissão de Educação do Senado e será lido durante o Fórum Nacional da Undime, que será realizado em agosto, em Fortaleza.

O último dia contou ainda com apresentação cultural da Orquestra da Escola Padre Quinha e de palestras sobre o financiamento da Educação, o Novo Fundeb e a Lei do Piso dos Profissionais da Educação, “O desafio de implementar a Base Nacional Comum Curricular para a educação brasileira”, “Conferência Nacional de Educação – CONAE 2018”. Outros temas abordados: “Mais Alfabetização”, “Educação Conectada” e “Planejando aulas digitais alinhado com a BNCC”.

“Durante o fórum os dirigentes puderam esclarecer dúvidas e conhecer novos pontos que serão abordados pelo governo federal na esfera da educação, além de conhecer as propriedades dos programas federais que enviam verbas diretamente para as escolas como o Mais Educação e o PDDE – Programa Dinheiro Direto na Escola. Agradecemos Petrópolis pela acolhida”, afirmou Lenine Lemos, secretário de Educação de Queimados.

Foram abordados no Fórum, também, assuntos como o Plano de Ações Articuladas (PAR), Obras, Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (SIOPE) e prestação de contas dos programas do FNDE.

Álan da Silva Câmara recebeu a medalha de ouro pela colocação

O comprometimento e o amor pela matemática derem lugar à emoção na cerimônia dos medalhistas de ouro da OBMEP – Olimpíada Brasileira de Matemática 2017. Álan da Silva Câmara, aluno da Escola Municipalizada Hercilia Moretti ganhou não só a medalha de ouro, mas, também, a primeira colocação no Estado do Rio de Janeiro. A premiação foi entregue na quinta-feira (02.08) durante a programação do Congresso Internacional de Matemáticos, no Rio Centro.

Ao todo, 44 alunos de escolas do Rio de Janeiro receberam medalhas. Alan concorreu com quase 18 milhões de estudantes de escolas públicas e privadas de todo o Brasil no ano de aplicação da prova, em 2017, sendo que no nível 1, categoria que ele participou, foram mais de 315 mil jovens. Nessa competição ele garantiu o primeiro lugar no Estado. Em 2016, Álan recebeu medalha de bronze.

“Muita emoção, é muito diferente isso tudo, estou muito feliz. É uma sensação incrível, difícil expressar por meio de palavras. Não tenho como descrever a alegria em receber essa medalha”, contou Álan.

Outros três alunos da rede também receberam medalhas de bronze na Olimpíada: Vitoria Maria Trindade Guedes, da EM Professora Maria Campos, Lucas Linhaus do Nascimento, da EM Dr. Rubens de Castro Bomtempo e Matheus Correa de Carvalho, da EM Amélia Antunes Rabello.

A OBMEP 2017 manteve o número de medalhas a alunos de escolas públicas das edições anteriores: 500 medalhas de ouro, 1.500 de prata e 4.506 de bronze – em decorrência de empate – e 38,6 mil menções honrosas. Os alunos de escolas particulares receberam 76 medalhas de ouro, 227 de prata, 682 de bronze e 5,7 mil menções honrosas.

“Os destaques de Petrópolis na Olimpíada Brasileira de Matemática mostram os talentos que temos na nossa rede municipal e o comprometimento dos professores e gestores que estão sempre estimulando os alunos. Parabéns Álan, você é um orgulho para todos nós”, disse a secretária de Educação, Samea Ázara.

Sobre a OBMEP

Destinada a estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, a OBMEP é realizada pelo IMPA e promovida com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Ministério da Educação (MEC), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

A olimpíada integra o calendário de atividades do Biênio da Matemática do Brasil 2017-2018, que tem patrocínio do BNDES e apoio dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da Educação. Criada em 2005 pelo IMPA, a OBMEP tem como metas estimular o estudo da Matemática, revelar talentos – incentivando seu ingresso nas áreas científicas e tecnológicas – e promover a inclusão social pela difusão do conhecimento.

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